A edição da Eletricidade Moderna de Dez/2016 traz alguns artigos muito interessantes.

Destaque para o artigo sobre Aterramento temporário.

A seguir, um resumo do que chamou minha atenção:

NO RADAR

PRODUTOS DO ANO DE 2016

A edição da Eletricidade Moderna traz os produtos do ano de 2016.

Em um primeiro momento achei que a análise teria um viés de qualidade do produto, mas… me enganei!

Pelo que entendi, a análise é em função do volume de vendas dos revendedores de dado produto.

Ou seja:  maior quantidade de unidades vendidas igual a participação na “lista de produtos do ano.”

O problema principal dessa análise é que em obras novas, boa parte das compras é realizada em contato direto com os fabricantes, com exceção de um ou outro material que uma fábrica não venda diretamente ao comprador final (Tigre e Amanco são exemplos). Além disso, o  RJ ficou com um peso de 4%, enquanto RS com 14,3%.

O Soprano como número 1 em disjuntor caixa moldada foi uma surpresa. Não lembro de nenhum grande distribuidor no RJ e nem de que esse fabricante entre na lista de referência dos principais projetistas de instalações prediais daqui .

Em suma, o termo “OS PRODUTOS DO ANO 2016” não se relaciona com o quesito qualidade.

Não é nem um market share confiável estatisticamente, então, a não ser que você seja curioso igual a mim, pode passar direto.

ARTIGOS QUE VALEM A LEITURA

1) Efeitos da aplicação da tarifa Branco em um consumidor residencial, de autoria de André Bezerra de Araújo, Maria Emilia de Lima Tostes e Alessanddra de Macedo de Souza

2) Aterramento elétrico temporário para trabalhos em subestação, de autoria de Friedmann Schmidt, da TÜV Nord (Alemanha) – MELHOR LEITURA DA EDIÇÃO

Sabe aquele tipo de artigos que você precisa ler e guardar? É esse.

Fala sobre aterramento temporário e seu dimensionamento com informações relevantes (eu nunca tinha visto).

3) Terminologia Técnica – 3 páginas com definição de termos técnicos, relacionados a proteção, seccionamento e manobra, escrito pelo sempre exigente Paulo Barreto.

Esse também é para imprimir e guardar.

Sobre as terminologias técnicas, alguns verbetes contrariam o uso comum, como, por exemplo, o termo CABINA, que é o correto, quando usualmente chamamos de CABINE.

Link p/edição AQUI.